Medo,medo,medo...

  Helena mais uma vez se sentia perdida, confusa, com o coração entristecido. Não se arrependera de sua escolha! Mas por que ainda sim se sentia incomodada? Por que o medo e o tormento não partiram para outra direção? Por que seu peito doía de tanto que seu coração batia, atormentado, com a solidão? O tormento não fora embora. O tormento veio e permanecera ali.
  O medo assola o mundo, intimidando a muitos corações enobrecidos, que não sabem como parar de temer. Helena tinha um grande medo, que era...deixar de viver. Viver para seus sonhos. Viver para seus sorrisos, que despertavam outros sorrisos. Viver, simplesmente, por ter o prazer imensurável de viver! Helena fugia do medo, mas o medo era persistente. Mas o que também era persistente e que não à abandonava era a esperança, de um dia se tornar alguém melhor e sem o tão temido medo.

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